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quarta-feira, 16 de março de 2011

Amar-te ou não?

    Os dias vividos em novos horizontes revelaram um novo olhar sobre o comum. Desde sempre ouço e vejo pessoas falando de amor. Seja reclamando, amando, chorando, abençoando, amaldiçoando, sorrindo, cantando, enfim... de alguma forma, pessoas sendo amor. Acontece que suas falas e atitudes vivem em completa desarmonia. A razão moldou, idealizou um alguém (surreal), enquanto a emoção, sabe que precisa direcionar-se ao idealizado, porém em vão. 
    Como pode ser isso?! O coração busca porém perde-se nas escolhas. Entrega-se, ama infinitamente...
Arrepende-se, odeia por amar o errado.
    Mas será que "o errado" é realmente errado? As idealizações são sempre perfeitas, mas o lugar delas é mesmo nos pensamentos. A vida real, cotidiana, precisa acontecer, não nos permite esperar. Sonhar sim, sempre! Mas, esperar... pode ser muito caro. Desde que se esteja disposto a pagar o preço, não há problema algum.
    É preciso muitas vezes optar pelo errado, mas sabendo que é o que te faz bem, o que te permite viver realmente. E você, quais opções fez e vai fazer em sua vida? Seja qual for, vou torcer para que escolha o que de fato vai te permitir viver o amor, o seu amor!
      
                                                                                                                                              Beijinhos...

domingo, 30 de janeiro de 2011

Perco o chão...

    Como deixar de falar sobre esse dia... Tinha tudo para ser mais um dia comum, porém aconteceu tudo e mais um pouco. Tudo, que pudesse deixá-lo especial, inesquecível e mais um pouco, que me motivou a escrever. Considerando-se as necessidades e/ou prioridades que se estabelece na vida, cria-se uma linha de pensamento, de ação direcionada ao alcance de objetivos, porém depois de percorrer um longo trajeto deste caminho, percebe-se que as conquistas até então, estão totalmente distantes de ser o ideal.
    É impressionante como as coisas acontecem de uma forma que nos deixam sem ação, paralisados! Fiquei pensando, tentando entender o que talvez não deva ser entendido e sim vivido, mas percebi que o maior erro é criar muitas expectativas com relação ao que o outro pode te proporcionar.
    Quando se atinge, se vive em uma atmosfera de amor, a razão e a emoção bailam, brincam, bagunçam toda a estrutura que montamos com tanto cuidado, considerando-a como sua maior e melhor construção. De repente vem um amor e desmorona tudo! Abala as estruturas!
    A sensação é a de perder o chão, isso mesmo! Quem nunca se sentiu sem chão? Sem rumo? Sem ação ou atitude? Procurou um alguém para compartilhar "seu grande problema" e o suposto amigo, confidente, ouve e então, diz palavras que você agradece, mas no seu íntimo pensa: "Ele não entendeu a intensidade da minha dor!". (Não falo de dor física e sim de dor na alma, coração!). Dentro de uma visão limitada é evidente a existência de um culpado, que dificilmente será você. A culpa é daquele que invadiu seu coração. 
    Mas não o culpo, não o condeno. Não resisto e não quero resistir aos seus encantos. Quero me entregar totalmente às incertezas que hei de viver contigo, mas não como condutor dos meus passos e sim como companheiro andante. É esse amor dentro do peito que me impulsiona estar cada dia mais viva, mais feliz por ter você no meu coração! Fique nesse peito e faça morada... meu amor é seu!


Vivendo a oração em família...

         Hoje o dia é de agradecimento! Sinto-me imensamente grata por todos os momentos e oportunidades vividas até aqui e principalmente...