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domingo, 4 de novembro de 2012

A voz do coração...

Ausência de sensibilidade
Mundo doente, carente.
Pessoas vazias, solitárias.
Conveniências comandam os relacionamentos.
As verdades são ditas na coerência dos momentos.
E onde fica a essência de cada um? 
As verdades de cada um?
Imersa no mais longínquo dos lugares.
Inacessível, envolto por segredos falsos.
Aparecendo eventualmente em noites alheias,
onde percebe-se como ser existente, 
porém, não vivente!
A ausência do viver, do sentir,
Corrói as relações perfeitas
aos olhares de indiferença.
Viver de tanto faz, de pode ser
é uma constante que precisa ter fim.
Não findemos nós a possibilidade de vida!
Findemos o egoísmo e a desesperança.
Brindemos o amor e a liberdade!

domingo, 13 de maio de 2012

Escorrendo em ti...


Derrama em meus lábios
O sabor que tanto espero.
Percorre o meu momento 
Com suave destreza.

Amado... te sinto, te toco, 
Percebo-me e estou sua.
Emoções se completam
para evidenciar a certeza: TE AMO!

Pobre de mim em te querer...
Minha riqueza é tê-lo em meus braços.
Sou a pérola que completa,
Embeleza e preenche o vazio de você.

Pensando no meu amor
Transpondo a realidade
Vivendo o intenso calor
Que me conduz à felicidade.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Com você...


Totalmente perdida no meu sentir...
Imersa em pensamentos distantes e alheios...
Confusos e desorientados...
Sonhos vagos e certezas inexistentes... 
Olhares belos, visto, distante... 
Um vazio preocupante e incessante... 
A necessidade de sentir-te comigo, em mim...
Vontades e desejos, beijos e trejeitos...
Manhas e dengos, carinhos e colinho...
Preciso de você meu amor, comigo...
Faz frio aqui... 

Te amando...


    Percorrendo o espaço que me cabe neste sentir, me envolvo na latente certeza de que somos o que queremos ser, da forma como nos  permitimos acontecer e viver.
    Sentindo a brisa na pele, o calor de suas mãos carinhosas e a intensidade do seu olhar cheio de sentimentos... Lágrimas caem e rolam no rosto que tu beijas. Regam e nutrem o amor que nos propomos a lapidar juntos. 
    O amor simplesmente acontece quando nos permitimos, nos aceitamos... Não é busca é entrega!

domingo, 23 de outubro de 2011

Simplesmente em nós.

        Agora que você chegou, te convido a ficar... Como esperei por este dia, te busquei em olhares falsos, me enganei algumas vezes por querer muito te encontrar, mas não desisti.
     Bem que a Dona Paciência me dizia para esperar... Quem me encontrou foi você meu amor. Que jeito doce de se achegar, tocar meu coração e fixar sua morada nele.
   Esse nosso sentir, as coincidências, a vontade de estar junto, são reflexos do amor que guardamos por tanto tempo em nossos peitos.
  Nos desencontramos por muito tempo, nossa como demorou... Não perdi a crença em sua chegada, apenas me sentia triste em imaginar o quão distante poderias estar de mim, meus olhos, meu alcance.
    Mas, na verdade sempre estivemos juntos. Sim, meu amor, juntos! Juntos nessa busca, nesta vontade de ser e estar no outro, viver esse amor em toda sua plenitude. 
    Ah, como estou feliz! Meu despertar, meu adormecer já não é tão solitário, está comigo todo o tempo, nas palavras trocadas, nos beijos roubados, no toque apaixonado, nossos momentos.
    Descobri que a "Dona Paciência" estava de combinação, namorico com o "Senhor Inesperado" e trataram de me surpreender, mas não queriam que fosse um simples presente e o enriqueceram com detalhes. Como valeu a pena cada instante de incerteza, preocupação, vazio de você... 
    Agora estamos juntos, nos encontramos e podemos nos dar as mãos, caminharmos o nosso destino.
    Que bom estarmos assim, amor... Simplesmente... em nós.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Mata-me de amor...


Meu coração que iria partir, partir-se de amor,
Partiu-se; mas por amor no seu peito ancorou.
Cada parte que chegou uniu-se a ti.
Seladas com um beijo que jamais sentiu-se.
Meu corpo em seu corpo vive plenamente.
Senhor dos meus sonhos, mata-me de amor!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Amar-te ou não?

    Os dias vividos em novos horizontes revelaram um novo olhar sobre o comum. Desde sempre ouço e vejo pessoas falando de amor. Seja reclamando, amando, chorando, abençoando, amaldiçoando, sorrindo, cantando, enfim... de alguma forma, pessoas sendo amor. Acontece que suas falas e atitudes vivem em completa desarmonia. A razão moldou, idealizou um alguém (surreal), enquanto a emoção, sabe que precisa direcionar-se ao idealizado, porém em vão. 
    Como pode ser isso?! O coração busca porém perde-se nas escolhas. Entrega-se, ama infinitamente...
Arrepende-se, odeia por amar o errado.
    Mas será que "o errado" é realmente errado? As idealizações são sempre perfeitas, mas o lugar delas é mesmo nos pensamentos. A vida real, cotidiana, precisa acontecer, não nos permite esperar. Sonhar sim, sempre! Mas, esperar... pode ser muito caro. Desde que se esteja disposto a pagar o preço, não há problema algum.
    É preciso muitas vezes optar pelo errado, mas sabendo que é o que te faz bem, o que te permite viver realmente. E você, quais opções fez e vai fazer em sua vida? Seja qual for, vou torcer para que escolha o que de fato vai te permitir viver o amor, o seu amor!
      
                                                                                                                                              Beijinhos...

domingo, 30 de janeiro de 2011

Perco o chão...

    Como deixar de falar sobre esse dia... Tinha tudo para ser mais um dia comum, porém aconteceu tudo e mais um pouco. Tudo, que pudesse deixá-lo especial, inesquecível e mais um pouco, que me motivou a escrever. Considerando-se as necessidades e/ou prioridades que se estabelece na vida, cria-se uma linha de pensamento, de ação direcionada ao alcance de objetivos, porém depois de percorrer um longo trajeto deste caminho, percebe-se que as conquistas até então, estão totalmente distantes de ser o ideal.
    É impressionante como as coisas acontecem de uma forma que nos deixam sem ação, paralisados! Fiquei pensando, tentando entender o que talvez não deva ser entendido e sim vivido, mas percebi que o maior erro é criar muitas expectativas com relação ao que o outro pode te proporcionar.
    Quando se atinge, se vive em uma atmosfera de amor, a razão e a emoção bailam, brincam, bagunçam toda a estrutura que montamos com tanto cuidado, considerando-a como sua maior e melhor construção. De repente vem um amor e desmorona tudo! Abala as estruturas!
    A sensação é a de perder o chão, isso mesmo! Quem nunca se sentiu sem chão? Sem rumo? Sem ação ou atitude? Procurou um alguém para compartilhar "seu grande problema" e o suposto amigo, confidente, ouve e então, diz palavras que você agradece, mas no seu íntimo pensa: "Ele não entendeu a intensidade da minha dor!". (Não falo de dor física e sim de dor na alma, coração!). Dentro de uma visão limitada é evidente a existência de um culpado, que dificilmente será você. A culpa é daquele que invadiu seu coração. 
    Mas não o culpo, não o condeno. Não resisto e não quero resistir aos seus encantos. Quero me entregar totalmente às incertezas que hei de viver contigo, mas não como condutor dos meus passos e sim como companheiro andante. É esse amor dentro do peito que me impulsiona estar cada dia mais viva, mais feliz por ter você no meu coração! Fique nesse peito e faça morada... meu amor é seu!


Vivendo a oração em família...

         Hoje o dia é de agradecimento! Sinto-me imensamente grata por todos os momentos e oportunidades vividas até aqui e principalmente...